A Revista Oeste destacou o avanço das janelas de PVC como substitutas das esquadrias de alumínio tradicionais em projetos residenciais. A leitura confirma um movimento importante para o mercado: a escolha da janela deixou de ser apenas estética e passou a envolver desempenho, conforto e durabilidade.

A pauta publicada pela Revista Oeste em 25 de maio de 2026 aponta uma mudança clara no comportamento de obras novas e reformas: a janela de alumínio tradicional vem perdendo espaço para sistemas que entregam melhor vedação, maior estabilidade térmica e mais conforto acústico.

Nesse cenário, a janela de PVC aparece como uma das alternativas mais fortes. O material tem baixa condutividade térmica, exige manutenção simples e pode receber reforços internos, vidros laminados ou insulados e diferentes tipos de abertura, como correr, maxim-ar, projetante e oscilo-batente.

A razão da troca é prática. Em muitos modelos simples, o alumínio conduz calor e frio com facilidade, o que pode afetar a sensação interna dos ambientes e aumentar a dependência de climatização. O PVC, quando bem especificado e instalado, ajuda a manter a temperatura mais estável e reduz a entrada de ruído externo.

Para reformas, a tendência também é relevante porque a substituição pode ser feita de forma pontual, aproveitando o vão existente e reduzindo quebra-quebra. Medição correta, escolha do vidro, definição do tipo de abertura e instalação com boa vedação são etapas decisivas para que o ganho de desempenho apareça no uso diário.

Para a DIMEX, a notícia reforça uma conversa que já está no centro da especificação: esquadria deve ser tratada como sistema. Perfil, vidro, ferragens, vedação e instalação precisam trabalhar juntos para transformar uma tendência de mercado em conforto percebido, durabilidade e valor real para o projeto.