Uma pauta publicada pela Contramarco reforça um ponto decisivo para arquitetos, fabricantes e clientes finais: portas e janelas não devem ser escolhidas apenas pela aparência. A esquadria influencia luz natural, ventilação, ruído, temperatura interna, manutenção e desempenho da obra ao longo dos anos.

A matéria publicada pela Contramarco em 12 de junho de 2026 coloca as esquadrias no centro de uma discussão cada vez mais importante para projetos residenciais e comerciais: a escolha correta precisa equilibrar estética, desempenho e manutenção. Em uma arquitetura marcada por grandes aberturas, panos de vidro e maior integração entre ambientes internos e externos, essa decisão deixou de ser um detalhe de acabamento.

O primeiro ponto é entender o comportamento do ambiente. A orientação solar, a incidência de vento, o nível de ruído externo e o uso de cada cômodo influenciam diretamente a definição do sistema. Uma janela voltada para uma avenida movimentada, por exemplo, exige uma leitura diferente de uma abertura protegida em uma área interna. O mesmo vale para varandas, dormitórios, salas integradas e fachadas expostas ao sol por muitas horas.

A pauta também reforça que o vidro precisa ser especificado junto com o perfil. Vidros com controle solar, laminados, insulados ou composições voltadas ao conforto acústico podem melhorar muito a experiência do espaço, mas só entregam resultado quando trabalham com uma estrutura adequada, boa vedação e instalação precisa. Nesse sentido, a esquadria deve ser vista como um conjunto técnico, e não como peças isoladas.

É nesse contexto que o PVC ganha relevância. Quando bem especificado, o material contribui para conforto térmico e acústico, oferece baixa manutenção, boa estabilidade e durabilidade. Além disso, pode receber diferentes acabamentos, inclusive opções que simulam madeira, ampliando as possibilidades estéticas sem abrir mão da leitura de desempenho.

Outro cuidado importante está nos detalhes que costumam causar problemas depois da obra: perfis subdimensionados, trilhos sem drenagem adequada, roldanas incompatíveis com o peso das folhas, falhas de vedação e instalação sem conferência técnica. Esses pontos afetam funcionamento, estanqueidade, infiltração, desgaste e percepção de qualidade do cliente.

Para a DIMEX, a notícia reforça uma mensagem central: a melhor esquadria nasce da combinação entre perfil, vidro, ferragens, vedação e instalação. Quando essa decisão é feita com critério, o projeto ganha conforto no uso diário, aparência mais consistente, menor necessidade de manutenção e mais segurança para quem especifica, fabrica, vende e vive o ambiente.